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Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi

30
Set12

Isto sou eu, sem tirar nem por

Pi

Eu andei em História. Não acabei o curso, mas escolhi-o de coração, gostava e gosto muito de História.

Não sei tudo, sempre fixei o que mais gostava, o que me divertia ou intrigava.

Adoro tudo o que envolve humor e História e estou longe de conhecer tudo o que existe.

 

Desde que vi a simulação de um facebook da Segunda Guerra (que adorei) que espero por um de História Universal.

Ei-lo.

Estou a devorá-lo e quero que nunca acabe. Ler e começar de novo, apreciar cada pepitazinha de humor que ali está. Estou em delírio.

30
Set12

Da vida de Pi. Ponto de situação. Chick Flick ou o lado cor de rosa

Pi

Brincando na serra, enquanto o lobo não vem. Mais ou menos isto.

Tenho procurado trabalho. Dentro do que fazia, dentro do que já fiz, mas acima de tudo do que gostava de fazer daqui para a frente.

 

Tenho estado a escrever os guiões de um programa, é uma das coisas que gostava de fazer.

Já o tinha feito antes, e agora tenho a disponibilidade que não tive antes. Tenciono anunciar aos contactos que fiz nessa altura "iuuhuuu, estou aqui livrezinha para trabalhar" e de segunda não passa.

A escrita para TV começou há três anos com um workshop nas PF e já teve frutos de lá para cá. Embora o que gosto mesmo de escrever seja disparates como aqui se verão, e critica de costumes. Há-de sair-me também posts fora, não vos apoquenteis.

Está dito então, a escrita é uma dessas coisas e gostava mesmo de encontrar mais trabalhos nesta área.

 

Outra coisa são bolos decorados. Idealizei uns e arrastei, arrastei. Porque não sabia bem da cozedura, porque tinha de os cortar, porque isto e aquilo. Agora foi de vez (espero). Fiz 4 esta semana e fiquei contente com o resultado como principiante.

Bons de sabor, aprovados por algumas pessoas, também ficaram engraçados visualmente. A ver se cá deixo as fotos. 

Fiz um red velvet. Foi a primeira vez e o resultado foi bestial. Pessoalmente o cream cheese fica muito doce, mas nada que não se resolva com menos da próxima vez. A continuar, portanto.

 

Por fim, lembrei-me de uma coisa que sempre quis fazer, procurei, e encontrei um caminho. Vou tentar uma candidatura e ver o que dá.

30
Set12

ET

Pi
Está a dar no Hollywood, e estou a ver em casa dos meus pais. Tenho 6 anos outra vez.
Sim, via o ET em casa porque havia por aqui uma cassete beta com ele. Não sei de onde apareceu, sei que passei a festa dos meus seis anos a chorar com o ET.
Ainda adoro. A aula das rãs, a bebedeira de cerveja, o haloween e o voo das bicicletas. Lembro-me que o meu breaking point era quando o Elliott começa a arrancar as ventosas (é por um bom motivo, mas aquilo para mim era dramático) e chorava daí até praticamente ao fim. Ah, as memórias dos dramas em celulóide da minha infância...
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29
Set12

Da vida de Pi. Ponto de situação

Pi

E em que ponto da minha vida (a de Pi, portanto) começa este blog? Vamos por partes/posts para não cansar.

 

Estou desempregada desde final de junho. Estou, sim. Ao fim de sete anos no mesmo lugar, cinco dos quais à frente a minha equipa, saí. Acontece, e a mim aconteceu. Não me apetece sequer lembrar dos últimos dias, ou o dia em que soube que teria de sair.

Agora vou procurando, e dedico-me ao que gosto e não tinha tempo (ou paciência) para fazer quando estava a trabalhar das 9 às 6 (e mais, claro, já se sabe que 9/6 nunca é só isso) do outro lado da cidade, com uma hora de caminho para cada lado. Eu gostava da minha equipa, e gostava de trabalhar onde trabalhava. Mas o tempo, o tempo desperdiçado entre casa e trabalho, é uma coisa que sempre me atormentou e esgotou. Um dia se tiver de voltar a ser, pois será, mas por agora é assim que estamos de memórias. 

 

Estando sem trabalho, fiz o que se deve fazer. Fui a um centro de emprego inscrever-me e de caminho pedir o subsídio de desemprego a que tenho direito. Eu juro: eu colaboro, faço o que mandam e pedem. Entro no esquema: descontei, tenho direito ao subsídio. Até espero avaliação de critérios e oks e tudo. Entreguei tudo e o centro enviou para a segurança social.

Umas semanas depois liguei para a segurança social para saber se estava tudo bem, e claro, cabeça no ar, nem me lembrei de fechar actividade nas finanças, e por isso que não, ainda não estava tudo ok, tinha de fechar (lógico, tão lógico e tão esquecimento meu que me apeteceu dar uma cabeçada na parede). Lá fechei tudo, paguei o que tinha a pagar.

Dias depois, volto a contactar a SS (deixem-me chamar assim, fica entre nós) e sim senhora, desta feita estava tudo conforme, as espectaculares Finanças passaram a informação correcta e atempadamente. Fiquei tranquila e esperei pelo fim de agosto. Nada. Ok, espero pelo fim de setembro, pode ser que seja o sistema e assim, as coisas têm prazos e tal.

Entretanto, a 13 de setembro saiu sorrateiramente uma carta da SS para minha casa, que recebi uns 4 dias mais tarde, e dizia que eu tinha de provar que não estou a trabalhar. Espectacular. Ora, se em agosto a própria SS me disse que estava tudo certo, isto deve querer dizer que alguém foi de férias com a carta por enviar, e quando voltou retomou o trabalho sem consultar a informação actual. Este é o cenário mais organizado que me ocorre, nem quero pensar muito no que terá acontecido. Bom, novo contacto, que estava tudo bem, que não havia motivo para receber a carta "mas já que recebeu, vou pedir que responda". Pois claro, nem eu pretendo deixar pontas soltas, não se preocupe. Lá enviei tudo, não recebi nada em setembro, claro, e agora aguardo por outubro. Não os vou largar, mas se o que dizem ao telefone não bate certo com a correspondência com vontade própria que por lá paira, não sei muito bem que esperar. Acho que até ao fim do mês estou a calmantes. 

 

O que não funciona de um lado, do outro vai andando. O centro de emprego já me chamou uma vez, faço as apresentações quinzenais pertíssimo de casa, e tenho uma formação a meio de outubro. Tudo deveres, direitos ainda nada. Tudo bem, eu alinho. Espero é começar a receber o subsídio enquanto não tenho um emprego.

 

Irrita-me porque se tudo corresse bem, eu não teria de me sustentar com a indemnização que recebi. Poderia aplicá-la, usá-la para o que me apetecesse. Assim, tem-me pago a renda de casa e as contas de fim do mês. Deprimente, oiça... Se eu pudesse voltar a julho e pressionar de forma a que tudo fosse diferente, era o que fazia. Mas não se pode, avancemos.

 

Pronto, está feito o post mais sério do início do blog. Espero ter boas notícias no fim do mês, não está fácil agora. 

Segue-se o lado mais cor de rosa destes meses. 

29
Set12

Testando o mail

Pi
A minhas noções de distancia e tempo estão cada vez piores. Ou: do querer por força que o meu super-poder seja o teletransporte
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29
Set12

Isto sou eu, sem tirar nem por

Pi

Passei os olhos no post anterior e li "o meu marido de botas de ouro". E ainda antes de um "da fuuuc?" ou um "ah, bodas" pensei "olha, gosto."..

Ando a ver Garbiela a mais, está visto. 

Mas rio-me. Tal como sei que rirei quando alguém perguntar "então que aconteceu à bimby", e eu começar "oh, olha só faço asneiras".

 

Sem emenda nem vergonha na cara,

Pi

XOxXOXOXOx 

29
Set12

Da bimby moribunda. Estamos mais ou menos assim

Pi

Esta manhã hesitei antes de ir confirmar. Para ser sincera, a negação foi tal que só me lembrei a meio da manhã do que aconteceu. 

Lá saltitei ainda cheia de esperança até à cozinha, e experimentei. Raios, nem acende quando ligo a ficha. Nem botão, nada de nada, está sem vida.

Pus-lhe um lenço e estamos de luto até a levar a um apoio técnico perto de mim. 

Estou amuada, pronto. Detesto estragar coisas, e sendo por ter a cabeça na lua, piora um pouco.

 

Eu sei, eu sei que isto é completamente first world problem, e nos tempos que correm eu até vivo num país de terceiro mundo (adoro-te, mas também me cansas Portugal, és o meu marido de bodas de ouro, já me habituei aos teus defeitos e feitio, mas de vez em quando preciso de uma massagem e chá com amigas), mas aborrece-me pronto, parte do meu dia a dia está para ali sem vida e isso maça-me. É isto.

 

*chuta 'ma pedrinha*

28
Set12

Pára tudo que eu matei a bimby!

Pi

Valha-me Deus, só faço disparates. Contado ninguém acredita.

Então não dei um banho à bimby? Um banho, senhores, um banho!

Eu juro que não sou burrinha, prometo mesmo. Mas vivo na lua, é um facto.

Eu até tinha visto as lâminas no lava-loiças, sabia que a bimby estava sem elas. Mas não me lembrei, claro. E que fiz eu? Peguei na torneira/mangueira e comecei a enchê-la de água. Litro e meio, queria eu. E ela sem lâminas, o que na bimby corresponde a trapézio sem rede, já em queda livre. O risco já não é risco, é morte quase certa (sou uma assassina, até me mordo).

A água a entrar e... a sair! Pamordeus, a sair por baixo! É tão não suposto...

Entrei em pânico, parei e desliguei tudo, e sequei-a como se se tratasse de uma vida (e trata, raios, se fico sem ela acho que agrafo dois dedos).

 

Valha-me Deus, agora está para ali toda moribunda.

E se eu fico sem ela? Não quero nada. Não que não saiba cozinhar sem bimby, mas não me apetece. Ainda me custou uns euros e uso-a bastante. Não me apetece é viver sem ela, que é diferente.

Vou deixá-la dormir e secar e amanhã experimento ligá-la. Espero não ter de declarar hora de morte (medo...).

 

28
Set12

Da vida de Pi

Pi

Da vida de Pi começa aqui. Não sei se e por quanto tempo continua, diz-se que os blogs estão a morrer. Eu continuo a gostar de ter blogs, mas assumo que escrevo pouco nos que tenho. Adiante, este começa hoje e não o quero já agoirar.

Da vida de Pi é da minha vida, está bem de ver. Apeteceu-me. Já tive blogs anónimos e blogs com tudo às claras, blogs civlizados e politicamente correctos, blogs colectivos e blogs escondidos. Neste apetece-me dizer o que me vier à cabeça, falar, falar, falar. Falo muito, eu. Sobretudo em caracteres e fonte direitinha e clara, longe da minha letra hieroglifica.

Apetece-me correr por aqui abaixo, qual Heidi nos Alpes, choramingar e lamber feridas se tiver vontade, gargalhar e saltitar, e dissertar sobre as maravilhas de um descascador.

Se eu conseguisse fazer aqui o que vou fazendo no twitter, seria bestial. Posso cá deixar um ou outro pensamento. Logo se vê.

Sem pressas, sem nada muito pensado. Como tem sido sempre comigo.

A suivre, ponto de situação na vidinha.

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