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Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi

25
Abr14

Eu nem desgosto da camisola

Pi
da selecção, apesar de parecer mais a de passeio que a de jogo. Mas agora vi-a metida nos calções e tive the big picture. Não, não vai resultar.  Era o menine na imagem, o que quer dizer que a partir daqui só pode piorar. 

Enviado de Samsung Mobile
24
Abr14

Como assim vais ver a Juve?

Pi
Nunca o vi, percebes? É inaceitável. Tanta dedicação, amor e isso, e nunca o vi na vida.  O que eu quero é ver o que ele faz, o resultado é-me igual. Está sempre atento ou está a aquecer? E se está atento segue jogadas ao longe e sereno ou está sempre aos gritos? E grita muito ou pouco? E se grita seguem-no todos? E traz as luvas já calçadas ou não? Não costuma apertar a mão de luva, hoje é diferente? É muito isto que eu quero saber. É provável que a minha atenção se centre quase só em Buffon. E depois quero ver outros azzurri. Se atrás ficarem Chiello, Barzagli e Bonucci ficam quatro vistos do nesse pedaço de campo. Sim, porque eu nunca os vi. Nunca vi,  percebes? E gosto de ver ao vivo.  Não é diferente da música para mim. "Ah viste a Beyoncé depois de ser mãe? E a Alemanha de 96?" Vi.  Igual, para mim é igual. Hoje em italiano, mas é igual.  Eu não vi o Pirlo. Talvez estivesse no banco há muitos anos em Alvalade, não sei, mas nunca o vi. Não podia não o ver hoje.  É por isto, tal como foi em 93 -tive um autógrafo e um "ciao"de Baggio na véspera - que hoje vou à Luz ver a Juventus. Não mudei muito em vinte anos não. 

Enviado de Samsung Mobile
23
Abr14

Olha Michael Bublé

Pi
Tu não sabes quem é a Carlota e também não importa para o caso dizer muito mais do que: é uma fã do teu Close Your Eyes que está a fazer 15 meses.  Um dia estávamos a brincar, rádio em fundo, e ela ficou muito atenta e quieta quando essa música passou. Num momento de maior agitação e teima ao almoço uns dias mais tarde socorri-me do Close Your Eyes e resultou. De lá para cá fazes-nos companhia várias vezes por dia. E eu que nunca te ouvia sem ser por acaso.  Já sabia que a Carlota gostava de música. Ouvimos milhares de vezes o Carochinha para Bebés e a mãe dela tem sempre o André Sardet por perto para estas (e outras, como na recuperação da última anestesia) ocasiões.  Coloca-se, pareceu-me, agora um problema. Ontem por duas ou três vezes a Carlota parou de comer para... cantar contigo. Valha-me Deus, eu juro que queria fazer aqui um agradecimento mas já não sei.  Entre rir e derreter-me com ela tenho de lhe dar de comer, portanto olha, já não sei. Mas obrigada, vá. 

Enviado de Samsung Mobile
20
Abr14

Ontem. Noé

Pi
Gostei gostei. Ainda vou confirmar umas coisas, não porque faça o meu género contrapor e dizer factos em filmes, apenas para não misturar filme e Bíblia na minha cabeça. Mas gostei do filme, um Noé mais dark do que o contado às crianças. 

Mas ontem fui vê-lo pelas 21:30, já o Sporting assegurara a entrada directa na Liga dos Campeões, um ano depois da pior época de sempre. No escuro não se via mas sei que estive com cara de quem está na Champions o tempo todo. 

Enviado de Samsung Mobile
04
Abr14

...

Pi
E depois toda a gente "ah que fofo, o pombo a querer sair do metro para a rua e nós a descer e ele sobre as nossas cabeças". E eu avançando devagar à espera que ele saia do espaço que não lhe pertence, que tem o céu todo para que insiste em andar por aqui, eu a medir tempo e espaço para evitar encontros e pânicos e a pensar para que se mete um pombo nestas aventuras. O céu todo, senhores,  todo. E é isto pela manhã. 

Enviado de Samsung Mobile
02
Abr14

Isto não vai demorar nada. Jonet revisitada

Pi

Há muitas vezes um silêncio quando alguém diz mal do facebook ou outra rede social. Se calhar por não acharmos fundamental defender, cada um está onde quer estar, quem não quer ter nenhuma não tem e vivemos bem assim. 

Mas depois há estes momentos em que acho o silêncio injusto. Cada um fará o que entender com o facebook, e se for só ter jogos pois seja. Eu uso para tudo e mais um par de botas.
Ao ler hoje (eu sei, ainda leio, para quê? Não sei, é o meu acidente na estrada, para esses não olho, olho para isto) as declarações de Isabel Jonet sobre os desempregados e as redes sociais, não consigo não dizer nada. Porque mais uma vez se generaliza sem, imagino eu, saber. 
Num resumo, direi apenas: 
  • em ano e meio desempregada, os trabalhos e contactos que maior efeito surtiram nesse sentido surgiram através do facebook. 
  • antes de estar desempregada também foi por ali que fui contactada para os melhores trabalhos que já fiz.
  • neste ano e meio tomei conta de dois bebés, cujos pais são meus amigos de infância e não teria reencontrado se não fosse pelo Facebook 
Eu sou uma pessoa tímida, quem me lê no facebook ou me segue no twitter não o diz. Mas mesmo que não o fosse, há coisas que escrevemos mais facilmente do que surgem numa conversa falada (ou numa entrevista de trabalho, já que estamos nesse âmbito). E chegam a mais pessoas numa rede social, e ainda bem, não tenho dúvidas que foi assim que muitas pessoas me foram conhecendo um pouco melhor, e elogios e cumprimentos ao que digo e penso - mesmo que sejam delírios, tolices, o que me dá na real gana, nunca escrevo nada muito profundo, garanto - só puderam existir porque me leram, porque eu estava no facebook/twitter. Se isso um dia me dará novo emprego? Não sei, mas não me distrai certamente de o continuar a procurar.
 
Para terminar, e não quero confundir pessoa e Instituição, para a qual contribuo, muito menos o trabalho dos voluntários que nada têm que ver com isto, a verdade é que precisando mais depressa pedia um ovo no facebook que ao Banco Alimentar. E sei que o receberia. 
(também publicado ali no Delito)
01
Abr14

Então e a Beyoncé? Ah pois, a Beyoncé

Pi

Foi como esperei. Perfeito. Perfeita. Era assim que devia ser o molde de toda a gente quando cresce, depois cada um fazia o que quisesse da vida. 

Não, não, eu não vi o Jay Z e quero evitar pensar nisso. Porque foi perfeito ainda assim, e não vou estragar o dia em que fui por ter sido aquele em que não foi ele. 

O concerto foi o que esperei. Coreografias maravilhosas, desempenho magnífico, modelitos de arrasar e uma Beyoncé fabulosa. Canta, dança, salta, rebola e sorri. Do alto dos seus saltos, lantejoulas e sexyness, sorri. 

Disco novo a desfilar, êxitos antigos alternados. Halo, Baby Boy, Diva e o espectacular Get Me Bodied como os imaginei (A set list do dia 26). Drunk In Love é um hino e o resto é conversa. Eu gostei, gostei muito.

E no fim o que me interessa é que já vi Beyoncé ao vivo, na melhor forma que alguma vez teve, não tenho dúvida nenhuma. 

 

Nunca esquecer Les Twins, os gémeos que também dão show durante os concertos.  

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