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Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi

02
Nov14

Tony Carreira. Pareceu-me assim

Pi

Disclaimer: é visto por uma outsider, não sou nem tenho a pretensão de ser ou parecer uma fã. As fãs do Tony Carreira (como todos os fãs de alguém no mundo) são dedicadas, crentes e agradecidas. Isto só para dizer que não é um post só de louvores e elogios. 

Mas direi já o que acho mais fraco num concerto de Tony Carreira: a conversa. Talvez por ser tímido, por não estar totalmente à vontade ou por fazer parte, a conversa sai um pouco insegura e básica. Graças de menino bem comportado que quer ser (muito pouco) maroto. Não choca, mas passava-se bem com menos conversa entre músicas. Ah e claro, a grande bengala linguística, repetida à exaustão "essas mãozinhas aí" era dispensável, mas também não ofende ninguém.

Tinha acabado de comentar com a T que "ele não dança nada, podia fazer como os dos metais, só isso, ficava giro" quando surge no palco uma brincadeira precisamente com esse resultado, dançar com os rapazes dos metais. Mais uma vez, timidamente e pouco arrojado. Ficou ali no meio termo, uma vez para cada lado e pronto, mas lá está, talvez isso faça parte da imagem de "machesa", ainda que nunca deixe de parecer delicado e frágil, uma fórmula mágica para o mulherio ali presente. Acho graça.

Pronto, isto foi o que achei mais fraco. Não saí deslumbrada e foi um pouco por estas coisas. 

E o resto? O resto, que é quase tudo, foi o que esperava. Gente animada e ansiosa por ver (ou rever, apercebi-me de pessoas que tinham ido ao concerto de sexta também) o seu ídolo querido. Mães, filhas, sobrinhas e tias, amigas e em menor número mas por lá também, pais, tios e amigos. O Meo Arena estava cheio que nem um ovo e isso sentiu-se nos gritos, aplausos, acompanhar de musicas e letras ao longo da noite. 

Confirmei a óptima produção, a orquestra, bailarinos, acrobatas que animam o palco não ofuscando nunca o principal. Um espectáculo bem montado que entretém, diverte e emociona os fãs, e bem, é o que se quer. Fãs que quando saí do recinto já estavam organizadas em filas para o encontro com Tony Carreirapara autógrafos, beijinhos e fotografias.

A continuacion, como foi para nós o fim de dia. 

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