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Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Gabriela

Pi, 01.10.12

Ao serão Acompanho a Gabriela. Depois de anos sem ver novelas de espécie alguma, não quis perder esta nova versão. A última que vi, e foi porque "ah, é com o José Mayer e assim", foi a Senhora do Destino, nem sei há quantos anos. Isto para dizer que não vejo mas não é fundamentalismo do tipo "não vejo novelas".

Mas também me cansa o comboio que se tornaram as telenovelas. Três por noite, encadeadas umas nas outras, e aquele joguinho de mudar de horário a que está a acabar para começarmos a ver a nova e quando damos por nós, já estamos a ver 3 e 4 novelas sem saber bem porquê. Bem sei que o propósito é nem pensar, entreter e pronto. Mas não me tem apetecido que seja esse o meu serão. Adiante, vejo a Gabriela (e lá está, já comecei a ver a Avenida Brasil, por começar logo a seguir, enfim).

 

Do que eu gosto mesmo na Gabriela, é de expressões como "o xamego que tu tinha por mim desaconteceu", isto é de derreter e eu não resisto.

E eu sei que o José Wilker foi um excelente professor Mundinho, mas adoro vê-lo como Coronel Jesuíno (e confesso a minha tendência a dizer sempre "coroné" quando falo de um deles). 

Humberto Martins ser Seu Nacib é só mais um plus na nova versão. Adoro-o. 

Pronto, isto e mais faz-me rever a Gabriela. É provável que haja posts de "então e hoje a novela?".

 

Anseio pelo "sapato não, seu Nacib..."