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Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Eu sei que não foi o Tony

Pi, 20.06.13

Sem o Tony Soprano já fiquei há uns anos. Foi James Gandolfini que morreu.

Não é fácil dissociar James Gandolfini de Tony Soprano, nem eu faço um grande esforço por isso. O próprio se descrevia na vida real como "a 260-Pound Woody Allen", vi este documentário sobre vítimas da Guerra no Iraque (sendo da HBO via-o "em casa", um Tony em missão de solidariedade), vi 4 ou 5 filmes (talvez mais, não sei) com ele e via sempre o Tony mascarado, com óculos, de barba. Uma espécie de JR dos anos 90 (claro que o JR nunca foi outro que não o JR. Não, não foi). Uma vez vi-o contar que alguém lhe abriu a porta e ele viu essa pessoa ficar branca por ter o Tony Soprano à frente e fui ao céu. 

James Ganfolfini morreu. Vi ontem antes de me ir deitar, mas já havia tanta informação e desinformação, e a mim interessava muito pouco que fosse verdade, que fui dormir sem confirmar nada, esperando que hoje houvesse indignação com mentiras e nada mais, viveriamos ainda num mundo com Gandolfini eassim. Parece que não. 

Isto é triste, e mais triste é eu não ter ou não saber o que fiz a posts sobre Tony Soprano. Mas fica isto: era aquele olhar, entre o "já não te estou a ver bem" e o "vamos lá rever isto mais uma vez que eu não posso matar pessoas assim", e ainda o olhar "vou fazer-me de burro mas toutaver e a ficar sem paciência, mas não se pode desfazer pessoas com as mãos todos os dias" que ele fazia como ninguém. Depois há mais de Tony Soprano a dizer, mas fica para outro dia e outro post. 

James Gandolfini morreu. Resta-me rever Tony e os Sopranos pela vida fora as vezes que me apetecer. E com isso eu não me importo nada. 

Do cão

Pi, 14.06.13
Aquele cão de t-shirt encarnada, chapéu e cana de pesca, numas pedras no Dafundo. Há fotografias? Tirei sempre do comboio e já nem as encontro.
Juro que não sonhei. Olhava sempre a ver se ainda la estava, reparava na carruagem distraída, mas tem de ter havido mais gente a vê-lo.
Só queria guardar uma fotografia.

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Ao Velho. A Helena Coelho. To whomever it may concern

Pi, 13.06.13
Um manjerico cheira-se na mão. Toca-se-lhe e cheira-se a mão.
Eu sei que sabiamos todos, mas a Helena Coelho matou um manjerico em directo. Tinha a mão ocupada, eu vi, coitadinha. O Nuno Gama (a pinta, senhores) salvou o dia numa cena digna de vaso-do-ET e cheirou o ser como é suposto.

Olhem, boas marchas que eu vou ali.
Xoxoxo
Pi+Doce


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Mais apelos. Parem com isso

Pi, 12.06.13
Há pessoas que querem tanto falar delicadamente - na mesma ordem de ideias de um "não quero mais, obrigada, estou satisfeita" em vez do mais seco "cheia" - que dizem coisas como "a única coisa que eu não aprecio nas sardinhas são as espinhas". Alguém gosta de espinhas? Apreciar é outra coisa, pretende não ferir susceptibilidades, espinhas não aborrece ninguém que não se goste. E é isto. Sardinhemos, apreciem a sardinha toda. Não gostem das espinhas se não quiserem, vai ficar tudo bem.


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