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Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Mais do metro

Pi, 12.09.13
Há um clube, um núcleo, um mundo que só alguns partilham. Um clube mudo, unido por esse reflexo da selva que é o metro. Há desportos em que a personalidade de cada pessoa sobressai ou se revela. No metro é igual. No metro há varias modalidades de entrar, de sair, de passar nos torniquetes, de utilização de corredores, gares e carruagens. E cada pessoa pode praticar todas elas. Não deve porem, algumas. Fica aqui uma delas, que isto é assunto que nunca esgota. Há o numero: o daqui eu não saio, daqui ninguem me tira. Quem quer sair tem de sair, quem quer entrar, quer faze-lo antes de mais ninguém. Já sei, não somos todos assim, mas todos assistimos a isto. Entre os que se plantam a porta e nem entram (porque quem sai já se pos em posição para o fazer, na porta precisamente - calha dar-se o azar que todos usamos a porta para o efeito sair/entrar), gosto muito da senhora que faz um ar "estou muito compenetrada do meu dia, no meu pilates que ainda hoje não fiz, sou tao zen... DEIXEM-ME sentar!" E não se mexe um milimetro da frente da porta a não ser para furar e correr e sentar-se.
Dica: se deixarmos sair, temos mais espaço para depois de entrarmos. Eu sei que nenhum de nós o faz, eu sei. Mas podemos passar palavra. Eu já comecei: rosno um "mas podemos sair?". Se estou para entrar aguardo ao lado da porta. Parece fácil.
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