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Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da música. Os anos que passam e assim. À T

Pi, 28.09.13

Ontem pelo twitter falou-se em Gun. Meu Deus, Gun... gostava imenso pelos meus 16, 17 anos. Andei a ver e gostava muito de "Only One" e "Better Days" entre outras. Apesar de precisar de recordar as músicas, Gun marcou decididamente a minha adolescência, ninguém tem culpa que eu tenha muita memória para umas coisas e quase zero para outras. 

Por causa de Gun lembrei-me de Candlebox, não que tivessem a ver uns com os outros, eu é que ouvi todos pela mesma altura. Conheci Candlebox em casa da minha amiga T. Passámos alguns fins de tarde a jogar Trivial Pursuit e a ouvir o primeiro album de Candlebox. Depois disso, não os voltei a ouvir. Não faz mal, esse é que foi o do meu coração. 

E a propósito de discos-que-conheci-em-casa-da-T-e-me-hão-de-lembrar-para-sempre-dela, Live também fez parte das nossas tertúlias entre os 16 e os 20 anos. Ainda somos amigas, muito, mas já não ouvimos música enquanto jogamos trivial e a mãe da T nos prepara bolo para o lanche.

Live, ouvimos muito o Throwing Copper, do qual I Alone e Lightning Crashes eram as minhas preferidas. Ou seria o Selling the Drama? Ou estarei já a influenciar a adolescente que fui com a adulta que sou? Não sei, deixemos assim. 

E last but not least, acho que por essa altura também ouviamos o Cracked Rear View dos Hootie and The Blowfish intensamente. Mas este ainda tenho. E gosto muito dele, foi a minha banda sonora para dramas pessoais durante muito tempo. Sim, sempre fiz de tudo uma Disney World, deixem-me. A hidden track "Goodbye" arrasava com os meus desgostos em allstars e polos por cima de camisas fofinhas. 

Ryan, que Ryan?

Pi, 28.09.13

- Sim, vamos ao cinema, o Ryan está às vinte para as seis.

- Boa, até logo então. 

 

Topo cinema de praticamente todo o género por isso "o Ryan" mesmo não me dizendo logo de quem falávamos, soou-me bem. Mas claro, fiquei a pensar em que Ryan. "Mas eu não estou a ver Ryans assim de repente..." (agora são só mil, mais só os Seth). Estive quase a fazer uma intensiva (not really) busca para saber qual, quando... O Gosling, tinha de ser o Gosling! Penso sempre no menos óbvio, sempre. 

 

É isto, hoje vejo The Place Beyond the Pines (Como um Trovão, por cá) com não só Ryan Gosling como Bradley Cooper. Não se pode pedir muito mais. Melhor só ver o filme de Xuz novas talvez. Levo as antigas e já está bom. 

Falando em Bradley Cooper, não há vez que o veja que não pense que podia fazer de irmão do Ralph Fiennes, mais que o próprio Joseph. São estas coisas que me ocupam a mente, sim. O blog é meu e se eu não puder cá deixar as cascatas de ideias que se me atropelam na cabeça, não sei. 

Hum? Ah sim, sim, a Eva Mendes 'ma granda estampa, linda, linda de morrer, também entra, pois. Não, não foi neste que se conheceram. Who cares? Maravilhosa, juro. Bof.