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Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Mais do metro. Há sempre mais

Pi, 09.10.13

No metro do Cais do Sodré há dois timers, um de cada lado, para se saber quanto tempo falta para o próximo metro. As pessoas deslocam-se para o lado que indica levar menos tempo, como é natural. Pois não raras vezes tem de se mudar porque afinal o que chega vem do outro lado. Tudo já muito compostinho para entrar e trocam-nos as voltas. Por um lado penso que alguém se diverte com isto, por outro que isso seria só deprimente e portanto andamos ao sabor do que alguma máquina decida.

 

Depois, sempre sempre estes miúdos sem noção nem travão, que se metem pelo meio de todos e quando a porta abre nem entram à direito, mas fazem uma diagonal que atrasa à entrada do resto das pessoas. Just another day at the office.

 

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Das pessoas. Há sempre mais a dizer e a contar

Pi, 08.10.13

Ouvi hoje, mas na verdade já ouvi muitas vezes. O tema era sushi, mas podia ser qualquer outro gosto, um filme, uma banda, uma cor. Era de sushi que falavam. Que é a moda, e reconheci-lhe o desprezo, uso-o quando digo o mesmo do gin. Que nunca tinha provado, mas sabia de quem gostasse muito. As outras ouviam-na. Uma contava que o filho da vizinha do primo do r/c direito andava sempre no sushi com os amigos e "dz'que gostam muito". E ela que sim sim, agora toda a gente vai. E eu e pensar que digo sempre que Luis Figo falou em sushi no primeiro ano de Barcelona e ninguém se quer lembrar disso, a Catalunha em especial. Ela de óculos muito bem postos e cabelo impecavelmente esticado de um violino que só a wella, que sim, "é a moda". ~

O melhor, o melhor de sempre nestas conversas é quando as ouvintes querem tomar a vez, ter uma palavra a dizer. Chegou o momento e todas opinavam. Ela atira, no desespero de reconquistar a ordem e voltar a ganhar a conversa, a frase que mais me fascina em questões de gosto (que eu, ingenuamente continuo a achar que é subjectivo, cada um tem o seu e que seria o mundo se todos gostassemos do amarelo ou eu tivesse de escolher um só favorito no calcio): "mas atenção" - adoro, todas respeitosamente na expectativa do que ali vem e parece sério, solene e sóbrio - "também é preciso saber gostar".

E é isto. Não percebo. Nem quero. Suponho que queira dizer que é preciso saber o que se está a comer, ou onde estão os melhores makis e teriakis. Mas não foi isso que ela disse. Ando mais despenteada, mas gosto do que me apetece, sem me preocupar se sei gostar.

 

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C baby

Pi, 07.10.13
Nova fase começou sexta. Para mim, com ela, começa hoje. Vai ficar tudo bem.
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Queridas pessoas que

Pi, 01.10.13
preferem meter-se numa nesga entre nós e o que estão a ver ou entre nós e por onde querem passar, a usar a formula mágica "com/dá-me licença": hão-de experimentar, faz maravilhas. XoxoxO
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