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Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi

10
Jan14

C. Vindo à tona para novo mergulho

Pi
Nao sabemos bem o que vem por aí, até datas há por confirmar. E tu felizmente sabes menos que nós. Consola-me saber que nao percebes nem sabes, na mesma medida em que me dói que tenhas de passar por tudo tao pequenina. Nao sabemos o que será, sabemos o que foi até aqui. Dos meses de bebé rechonchudinha e risonha a resistente e bem dispostinha apesar de tudo. E que tudo. Temos estado juntas desde julho e foste-me entrando pela vida e ficando-me nos hábitos. Às vezes em casa, onde nao há bebés, dou comigo a ver onde está o fim da sonda para nao ficar presa ou trilhada em lado nenhum. Já nao digo quantas vezes embalo a espreguiçadeira vazia ou mesmo invisível com o pé direito. Esta semana estavas ao colo da mãe e outro menino chorou, eu abanei o teu carrinho sem pensar. Sei de cor o Carochinha para bebés, canto-to com o Music box em fundo. E tu, baby querida que és, pouco te incomodas com a minha péssima voz. Sossegas mais com o céu no fundo do chapéu ou a estrelinha que nasceu, e ris com os "ratitos pequenos e engraçados" quando faço a voz mais forte para dizer que "apareceu o senhor gato". Esta semana encontrei-te a comer como nunca antes, abençoado apetite seja la como foi aberto. Há coisas que vamos vendo à semana e as refeições são uma delas. Esta semana foi a melhor de sempre. A interacção que tarda mas às vezes parece avançar de repente e tanto. Hoje dei-te o ursinho "faz barulho com o ursinho, Carlota". Afastaste-o de ti e abanaste-o 3 vezes. *lagriminha minha* Depois do lanche andámos a rodopiar na cozinha enquanto esperávamos que a sala ficasse pronta. Dava-te beijinhos e rias, davas guinchinhos. O pescocinho a jeito para mais uma volta. Vim-me embora com tudo isto apertado no teu abracinho pequenino e frágil.
Já tenho lido posts dirigidos a bebés e nao pensei estar a fazer um agora. Já tenho pensado no que seria voluntariado com meninos como tu e nunca cheguei a decidir-me. Nao pode ter sido por acaso que foste posta no meu caminho.
Tamo junto, baby querida.
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08
Jan14

Manhãs (madrugadas, va)

Pi
No comboio são 7h39 há vinte minutos. E eu, está bem. Há uma nesguinha de céu a espreitar por entre as nuvens, e por agora nao chove. O céu esconde-se três, dois, um dia, e eu sinto sempre falta do azul. Quando fui à Madeira a maior alegria que tive foi o mar ali tão perto. Nao foi surpresa, domino o conceito de ilha desde cedo. Mas nao esperava o alivio que senti. Nao me considero pessoa de hábitos e rotinas e se calhar sou. Mas ceu e mar nao são rotinas, contam como cenário. E são estes os posts a esta hora. A outra desistiria deles provavelmente.
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06
Jan14

Do drama doméstico

Pi
Isto devia ter saido pelas dez para as 8, mas a essa hora nem tudo funciona e o mail de envio era outro. Adiante.
Sair de casa e sentir o vento, pensar que é daquele mesmo bom para secar a roupa. O estendal na sala, a casa em ligeira corrente de ar a ver se as toalhas secam. E o vento mesmo bom para as secar na corda. Hoje cedo outra vez, de volta à Carlotinha. Tempos duros que nao passaram e se avizinham mais dificeis. Espera-se que pelo melhor, sempre, mas há ainda complicações a tratar, a ver, a saber. Pelo caminho, a roupa, o vento, a roupa na corda, pensar que ainda chove e por isso fiz bem em deixar como deixei. O mar que por aqui e agora está pouco agressivo, aconteça o que acontecer por essa costa, já passei. Dormir pouco, sonos trocados e ansiedades. Carteiras e trouxa, acho que trouxe tudo. Surpreendente. Lembro-me como sempre me enjoaram as conversas à segunda sobre o estendal que tinha andado fora e dentro de casa. Mas, raios, hoje o vento estava mesmo bom, daquele bom para secar roupa. Quem seca roupa sabe do que falo.
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03
Jan14

Anitta

Pi
Estou a ver a Anitta na Sic. Mal ouço "pre-para que agora é hora dos show das poderosas" reconheço a musica que cantava a Marta - 7 anos, relembro - um dia destes (e perguntou-me se a conhecia). Fala-se de ter muito publico infantil e de o look e letras de Anitta nao serem muito pueris. E a própria, abençoada, juro, diz "criança nao vê a maldade, nao pensa essas coisas". E está tudo dito, eu com a idade da Marta tambem achava que as Doce e a Lena D'agua se vestiam lindamente.
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03
Jan14

Os básicos. As compras. E duram e duram

Pi
Ando em modo escrever posts acelerados, é assim que devem ser lidos ou vai parecer que escrevo muito mal, e se calhar até sim, mas vamos poupar-me a mais esse golpe no ego. Hoje fiz umas compras, comprei roupa de que estava a precisar, mas a novidade nao é nada esta, nem a dita roupa que é básica, mesmo para durar até eu poder fazer o meu guarda-roupa sem ser de emergencia-socorro-que-nao-tenho-nada-para-vestir. Sim, porque aprendi finalmente que a roupa dura mais do que pensava, dura ate nao poder mais. Dura se a escondermos uma por cima da outra que ainda tem bom ar para nao se notar como está gasta, e faz mais uns meses. Dura mais umas lavagens e secagens, mais uma voltinha mais uma viagem. Durou e agora nao dava mais, fui às (poucas e económicas) compras, assumo tudo. O que aconteceu hoje praticamente pela primeira vez, foi adquirir peças que têm a ver umas com as outras, podem-se misturar, combinar, baralhar-se e voltar a dar. Espectacular, estou orgulhosa da minha combinação de básicos. Sim, eu até os básicos consigo comprar sem terem a ver. Porque olho e gosto. E mais à frente, uma coisa nada a ver, tambem gosto. Costuma ser assim. E em dias diferentes só agrava. Depois misturo tudo e chamo-lhe "o meu estilo", armada em esperta. Depois vejo se tiro foto e consigo uma decente. Nao esperem coisas da moda, que eu nao estou em fase de a acompanhar sequer. E foi isto. XoxoXO
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02
Jan14

A delícia de chocolate e eu

Pi

 

A da bimby, pois. Já metade ou mais da população conhece essa iguaria que sai da bimby para o forno tempo qb para ficar uma mousse em fatias deliciosas. E para quem não conhece, é isso: um bolo de mousse. Delicioso. Simples e delicioso.

Eu tenho momentos Bridget Jones na minha vida (quem não?), mas na cozinha supero-me. Eu já fiz bolo de cenoura com sal refinado em vez de açucar, por exemplo, dei por isso antes de ir ao forno. No resto até me vou saindo bem, não há queixas e as coisas saem com o aspecto que quero geralmente. Mas não com a delícia. 

Dizia então que sou uma Bridget na cozinha, ainda que sem as bunny ears. Mas tenho de facto momentos desses, e com a delícia atinjo o impensável. Pois bem, aqui vos digo que a receita deve ser a coisa mais simples de fazer e eu de toda a vez não acertei com o resultado pretendido. Uma porque a fiz sem ter a bimby, mas eu tinha de a fazer. Ficou bolo de mousse, é certo, mas não a delicia. Outra porque cumpri o tempo de forno e ele foi demais, e uma outra ainda porque me esqueci (sim...) dela no forno já desligado e passou do ponto, claro. Bons bolos de chocolate mas eu queria a delícia, essa é que eu quero sempre.

Mas isto não é nada comparando com a última vez. Fiz tudo muito bem feitinho até à entrada para o forno. Pré-aqueci-o, forma com papel vegetal por causa da chiqueirada, mistura vertida, e tudo no forno. Dois minutos passados e começa a cheirar-me a queimado. A papel queimado. A medo, espreitei. Parte já estava como na fotografia. Tinha deixado a prateleira de cima muito em cima no dia anterior já nem sei porquê, e nem reparei. Conclusão: o papel ardia. Foi muito bonito de se ver. A delícia estava boa, depois de a socorrer das labaredas e cinzas, mas convenhamos, era escusado o efeito cénico. 

 

E é isto, momentos de comédia pura que se perdem para sempre porque e não filmo a minha vida. 

 

Delícia, não és tu, sou eu. 

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