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Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Pela praia um dia destes

Pi, 24.07.15

Estavam trinta-e-mais-de-cinco graus a água do mar um caldo. O dia de praia perfeito para tanta gente.

Um grupo de nórdicos e suas crianças ocupavam grande parte das  cadeiras e colmos. Iam à água em bando ou em grupos de dois ou três, sem dramas. O mar estava um caldo tranquilo e as crianças entravam e saíam na maior. Todos loiros, todos bronzeados. O cenário perfeito, o ideal de verão. Acho mesmo que estes seres me são postos à frente para me enervar.

Os irlandeses. O pai nadou até se perder de vista - juro -  e voltou. A mãe pediu que avisassem o  nadador salvador "he's alright". O homem regressou, conversaram, trocaram impressões civilizadas sobre o mar e a natação. Despediram-se com um aperto de mão e,  pais, avós e os quatro miúdos continuaram o dia de praia portuguesa.

A família portuguesa, branca como a cal chega às cinco da tarde. Pai, mãe, dois filhos, um casal amigo. A mãe sentencia: - está gelada - faz fundão. Olha aqui, faz fundão - em Monte Gordo é que é bom. Fim.