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Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

The Butler

Pi, 15.09.13
Achei que ía ver o que se vê na apresentação, ingenuamente. É um bom bocado mais que isso. Não se vá a espera de um filme de excepção, essa coisa de que um filme só é bom quando nos explode o cérebro não é para mim. Gosto de um filme que me entretenha. Mas "O Mordomo" não é só isso. Surpreendem-me sempre imagens de arquivo que nunca vi (no Milk marcaram-me mais as imagens de gays a serem presos em São Francisco que propriamente o enredo), que muitas vezes não foram vistas até serem postas num filme anunciando "sim, vejam, já fizemos figuras destas". O Mordomo tem uma mistura de Mississipi Burning e por mais que me custe, um pouco de Forrest Gump. Mais pela passagem por figuras e momentos históricos do que outra coisa. O forte do filme é mesmo o elenco: de Forrest Whitaker a Alan Rickman, Lenny Kravitz e Oprah a fazer uma perninha, o espectacularmente generoso Liev Shrieber, uma Jane Nancy Reagan Fonda irrepreensível. Se é para oscar, pela agitação até vejo isso acontecer, não é deslumbrante ou mindblowing, mas gostei muito. Vão ver vão.
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