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Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da pateada

Pi, 05.12.13

Eu juro juro que não tenho - pode parecer, às vezes pode - 80 anos. Eu, ó filhos, que às vezes twitto em ó filhos mode, não tenho essa idade toda nem a sabedoria que com ela havia de vir. Mas para mim pateada, o bater com os pés no teatro, num concerto, num bailado, no que quiserem e gostarem de ver, sempre foi sinal de desaprovação. E cresci com públicos simpáticos, tanto que nunca ouvi uma pateada com esse significado. 

Mas por algum motivo, de há uns anos para cá, é normal bater-se os pés a pedir encore por exemplo. Não entendo, juro. Desata tudo a bater os pés em sinal de agrado. Mas como foi esta reviravolta? 

Ontem fui assistir ao concerto da Lisbon Film Orchestra e lá se voltou a ouvir (músicos incluídos) o bater de pés. Confirmei com os dois amigos com quem estava, para não me sentir tão só. Também conhecem a pateada como manifestação de desagrado, e também não percebem bem isto. 

Um assobio tanto pode ser de celebração como de protesto. Palmas são palmas. Apupos são apupos. E eu achava que pateada era pateada. Aparentemente já não o é. Mas recuso-me. Tra lalala 

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