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Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Platoon. Da perspectiva teen à de ontem

Pi, 20.12.13
Revi o Platoon. Na verdade revejo-o regularmente. E já devo ter escrito coisas acerca de. Vi o Platoon pela primeira vez num 25 de abril à noite, não sei porquê não me esqueci. Por 91, diria. E vi sem saber que era o Platoon. Conhecia o cartaz, mas ou já não apanhei o titulo, ou nao me apercebi logo, uma coisa assim. Sei que num do intervalos tive aquela sensação "ah, finalmente vejo o Platoon!" Já gostava de filmes de guerra, não sei se já tinha visto algum no Vietname nessa altura. Creio que sim, por um lado parece-me que os vi toda a vida, por outro, não me lembro de cenas ou nomes. Sei (agora já nem sei, só acho) que só vi o Caçador um pouco mais tarde, com receio dos "nao vejas, é horrivel, mete medo". E mete, impõe respeitinho, mas adoro-o desde a primeira vez que o vi. Mas adiante, que é de Platoon que se fala. E Platoon foi sem duvida o primeiro filme do Vietname à seria que vi, disso não tenho duvidas. Em 91 tinha 14 anos, e nessa idade Platoon era um filme de guerra (uau), violento (uau uau) e cheio de actores giros (cherry on top) ou a mim me parecia. O certo é que a minha paixão por Willem Dafoe vem daí, e não há vez que veja o Tom Berenger e não suspire "Barnes...". Lembro-me de ficar fascinada com Charlie Sheen, e depois aparecia Kevin Dillon, um descerebrado e miudo Bunny, mas "tao fofinho..." O Johnny Depp, até o Johnny Depp com quase menos 30 anos ali está. O Forrest Whitaker, igual mas com menos 30 anos também. Aaawe... E há mais. Platoon é mais que isso, mas agora não falamos disso. Oliver Stone que nunca me leia este post, mas foi assim que vi Platoon a primeira vez e nunca me vou esquecer. Eu sei, eu sei que o Platoon também é o bem contra o mal dentro do mesmo pelotão, que é "politics, man", que é a cabeça no mato ficar feita num molho de bróculos e ninguem é sempre bom mas todos podem ser maus. O soldado rico que se alista não tem necessariamente melhor sorte que o pobre que foi voluntário à força, e o que chega agora não é menos lançado às feras que o que já lá estava. Este detalhes são preciosos. Chegando, passando os primeiros dias, entrando no esquema: um embrenhado de hierarquias que não as oficiais. Quem já lá está há quase 200 dias e mais, passou a ser mais valioso porque tem resistido (ou tido sorte), e então deve ser preservado e mais protegido, mas sem cobardias. Cada um se revê mais no seu sargento e ninguém no tenente. Tudo são jogos na guerra, e nem falo em estratégias bélicas. Os dos bons vícios, os dos maus vicios. Na caserna de Barnes joga-se e bebe-se. No bunker de Elias fuma-se de tudo. Das falhas humanas: o adormecer num turno e o nao reagir a isso. O preço, as culpas que agora pouco importam. Ainda me custa ver a parte da aldeia, essa é a parte mais estúpida da guerra, se é que alguma delas não o é. Mas como passaram quase 30 anos desde que Platoon saiu e acredito que haja quem não o tenha visto, não spoilarei mais. Ide ver que é 'ma maravilha. Sou mais das historias e enredos que da técnica, percebo pouco de realização. Em produção parece-me irrepreensível. Ontem pareceu-me que a barba de Taylor aparece bem feita na sequencia de uma cena em que a tinha por fazer. Não quero confirmar. Platoon nunca deixará de ser um dos meus filmes favoritos.

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