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Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Tendo um bocadinho mais com que maçar

Pi, 08.11.12
E a caminho de mais um jogo-ai-que-dor-por-onde-isto-vai-senhores-que-eu-ainda-choro-com-bola-e-achei-que-isso-nao-me-voltava-a-acontecer do meu clube, aproveito este tempo morto para um assunto não mais importante.
Isabel Jonet não disse nada que não saibamos. Há prioridades trocadas em lares portugueses? Há. Houve pessoas a viver acima das suas possibilidades? Houve e há, certamente. É preciso ser deprimente e tão gráfica com copos de dentes, bifes-tantos-nao-pode-ser!, e pais a passar fome? Não sei. Para mim não era necessário, acredito que haja casas em que as coisas se passem assim e seja preciso um desenho. Eu já estou assustada com a nossa futura realidade há algum tempo, e os filhos dos meus amigos lavam os dentes com um copo, não deixam agua a correr. Também não comemos bifes todos os dias, por isso não sei onde vou cortar. Sei, mas isso não importa agora. Não preciso de Jonet, preciso de um travão nisto.
E claro, há sempre reacções acaloradas. E como de calor do momento que são, não se valorizam. Depois há o que é tipicamente português: brincamos. Brincamos aos bifes e ao rock, ao nestum e aos pais magrinhos de anafados filhos rockeiros. Mas é só isso. Tudo da boca para fora - não querendo aludir ao desperdício numa altura destas com a expressão.
Estas porcaria vai mesmo cair-nos em cima e aí logo se vê. Somos assim.

Agora tenho mais em que pensar. No Insua, por exemplo.

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