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Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Ano Nogueira, corpo um pouco menos dormente

Pi, 08.04.20

Aconteça o que acontecer, Bruno Nogueira já marcou o (meu) ano de 2020. 

Começou no dia 14 de Fevereiro, quando 13 mil de nós escolhemos passar o serão de São Valentim com ele na Altice Arena. Rimos, comovemo-nos, acompanhamo-lo há alguns anos já e vimo-lo chegar até ali. Foi bestial a festa, pá. 

Sem contar com isso, dei por mim em março a adormecer com os directos que faz no instagram, e à semana já não passo sem isso. Não é tanto pelos temas, que tanto começam em nada e passam às cenas dos próximos capítulo - o que é maravilhoso, ver o Mário Laginha aparecer e saber que foi porque no programa de rádio do Polo Norte de que o Markl falou, por sugestão do Nuno Lopes, se pediu que passasse uma música do Laginha e assim foi, como surgem e passam no momento. Ou o Nelson Évora, que foi nomeado um dia e apareceu no seguinte, com um óptimo espírito.

É espectacular ver como um desabafo para falar com adultos se foi desenvolvendo e é um talk show autêntico, com verdadeiras rubricas e mesmo tramas. Bruno Nogueira já tem falado para 50 mil pessoas - 50 - e apesar de ele não nos ouvir, estou certa de que o aplaudimos de pé diariamente. 

O mais giro - além de termos ali o Bruno e amigos para nós e connosco - é a comunidade que se vai formando porque estamos todos na mesma situação. Não é uma moda, não é um hype de que alguns de nós se lembraram agora, ficar em casa porque sim. Estamos todos no mesmo barco, não saímos ao serão, não há concertos, stand up ou futebol, estamos ali. Em casa e ali. Será uma memória colectiva única daqui a muito tempo. No ano da pandemia, vivemos aqueles momentos à distância. 

Não importa entrar aqui muito em detalhes ou descrever tudo o que se vai desenrolando ao longo dos serões de "Como é que o bicho mexe", queria só dobrar o cantinho destes tempos em que espero o copo de vinho aparecer, o genérico do Dillaz, desligo tudo o resto e me aninho só com a luz do ecrã. 

Não sei até quando durará, mas já valeu pelas vezes que aconteceu. 

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