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Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Então e a Beyoncé? Ah pois, a Beyoncé

Pi, 01.04.14

Foi como esperei. Perfeito. Perfeita. Era assim que devia ser o molde de toda a gente quando cresce, depois cada um fazia o que quisesse da vida. 

Não, não, eu não vi o Jay Z e quero evitar pensar nisso. Porque foi perfeito ainda assim, e não vou estragar o dia em que fui por ter sido aquele em que não foi ele. 

O concerto foi o que esperei. Coreografias maravilhosas, desempenho magnífico, modelitos de arrasar e uma Beyoncé fabulosa. Canta, dança, salta, rebola e sorri. Do alto dos seus saltos, lantejoulas e sexyness, sorri. 

Disco novo a desfilar, êxitos antigos alternados. Halo, Baby Boy, Diva e o espectacular Get Me Bodied como os imaginei (A set list do dia 26). Drunk In Love é um hino e o resto é conversa. Eu gostei, gostei muito.

E no fim o que me interessa é que já vi Beyoncé ao vivo, na melhor forma que alguma vez teve, não tenho dúvida nenhuma. 

 

Nunca esquecer Les Twins, os gémeos que também dão show durante os concertos.  

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