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Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Longa se torna a espera

Pi, 06.11.20

Na névoa que cobre o rio
Lenta vem a galera
Na noite quieta de frio

A noite quieta de frio, já vai em três dias vagamente amenos (pelo menos onde estou o frio ainda é não terrível), com alguns aguaceiros. Aguardo o resultado das eleições americanas, como grande parte do mundo. Não pretendo aqui fazer análises profundas - nem o saberia fazer tão pouco -, mas gostava muito que o Trump saísse. Quatro anos depois, ainda me custa ver o desleixo em que se deixaram cair.  Um ditador de trazer por casa, com a postura de chico-espero e discurso de sabichão. Imagino-o a vir à janela de manhã e decidir o disparate do dia. Mas está demorado, como sempre e é um bocadinho irritante que não tenha sido uma maioria de caras para correr com ele. Sempre estes dias longuíssimos à espera de se saber... 

Nós, com canetas num cordel, sms para saber a mesa de voto, cá nos organizamos (enfim, ainda que com abstenções enormes) e temos os eleitos em três tempos. Bem sei que por lá são mais dois ou três que nós, mas como de diz por cá: isto não é sistema. Uma Junta de Freguesia dá muito jeito nestas ocasiões. 

De ontem para hoje a Georgia lá se mexeu. Mas isto é muito enervante. A andar com isso, faz favor, que vem lá o fim de semana! 

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