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Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Roma 90 em junho de 2021

Pi, 15.06.21
Começou o Euro, há já uns dias, é certo. Começou da melhor  forma para mim: Itália, a Itália de Mancini com Vialli e Lombardo ao lado, em Roma.

Foi um jogo com Itália 90 - o mundial mais apaixonante para mim -  vibes, do Olimpico ao Nessun Dorma. Itália jogando em Itália, abrindo um Europeu. Itália a ganhar. Tudo perfeito para um cuore azzurro.

Sabe Dio que tento acompanhar a série A, em grande parte para conhecer os 23/26 convocados da squadra azzurra. O instagram veio ajudar-me nisso: sigo, stalko (não, na verdade não), fixo, reconheço mais rápida e facilmente. Chegados a junho de 2021 distingo Belotti e Berardi, esqueço agente de miúdo Donnarumma, amo Insigne e relembro todo o Ciro Immobile dos últimos anos.

Foram cinco anos sem ver Itália competir, passei um mundial muito aborrecido, sabem lá, ainda por cima Portugal tropeçou no Uruguai muito cedo. Cinco anos que terminaram dia 11, num jogo memorável, que guardarei num dobrar de cantinho.

Mancini (e os outros) de Bearzot 82, Armani na verdade, mas não na realidade que mais importa e fascina. Se isto não é bonito e esta não é a selecção mais apaixonante...

Amanhã há mais, pés na terra e catenaccio (agora menos, bem sei) neles!