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Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Ano Novo, Bom Ano!

Pi, 03.01.24

Assustam-me resoluções e pontos finais, ainda não domino começos determinados e devia. Tenho ideias, planos a concretizar, mas o passo em frente demora sempre. Por isso o início do ano não costuma ser de vida totalmente nova para mim. Começa o ano e é fácil ter uma sensação de recomeço e renovação. Mas é sempre preciso tomar uma atitude, avançar para o novo objectivo. 

Também sou da escola que vê resoluções como pressão, imposições mesmo que a nós próprios, que feitas só porque sim não me fazem sentido. As resoluções são muitas vezes coisas que devíamos estar a fazer, gostávamos de já ter feito, aproveitamos este empurrão do novo ano, nova página (outro cliché da época), para avançar.

Sou eu, não és tu, resolução.

Agora vou ali ver se dou mais uns passos em planos com algum tempo.

2017. First we take Manhattan

Pi, 01.01.17

Eu sei, não se fazem balanços de ano velho, já em ano novo, mas eu não fiz o meu antes e apetece-me agora.

Sim, 2016 foi terrível nalguns campos, cheio de golpes na nossa nostalgia e mortandade nas nossas referências. É um facto.

Pessoalmente não me posso queixar. Foi um ano cheio de novidades, das boas, diverti-me inclusivamente a trabalhar (e muito), vi textos meus publicados, vi as minhas pessoas felizes e estive feliz quase todo o tempo. Mais anos possam ser assim.

Pode ser da hora, pode ser da festarola, mas como resolução de ano novo (nunca as faço, não me organizo nas resoluções, quanto mais na concretização), vá virei diariamente escrever alguma coisa.

Bom Ano, um grande 2017!