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Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

American Sniper. Acho que sem spoilers

Pi, 28.01.15
Em pequena era sempre pelos índios, hoje - não que tenha crescido muito - sou sempre pelos marines. Mas só se não houver seals, aí sou dos seals desde pequenina. Óbvio. Sou assim, uma redneck de trazer por casa mas assumida. E não, isto não se transporta para o dia-a-dia, para a Faixa de Gaza e mais não sei quê. Isto é Hollywood, e Hollywood a mim vende muito bem Seals e Marines. Sem problema.

Façam um favor a vocês mesmos e não vão ver o American Sniper à procura do bebé que não o é. Se há alguma coisa para que guerras servem é para dar filmaços de guerra, e o super Clint não merece que se lhe destrua a obra com um "ah, é um boneco, vi logo". É um boneco, e também acho pena que seja, mas o filme é bem mais que isso.

Chris Kyle é real e bem recente. Se é espectacular enaltecer um sniper? Se calhar não (vá, é um bocadinho, diz a seal em mim. BOOYAH!), aceito que seja discutível, mas estes filmes -  ver Black Hawk Down, Jarhead, Hurt Locker, In the Valley of ElahBrothers, Zero Dark Thirty e certamente esqueço-me de alguns - também servem para ver o estado daquelas cabeças em cenário de guerra e fora dele, de miudos e homens nossos contemporâneos. É aqui e agora que vivem. E mais, claro, cada um retirará o que quiser. Adiante. 

American Sniper pode não ser um "Hurt Locker"  mas dá para eu obcecar uns dias com Chris Kyle. 

 

(e tem o Bradley Cooper. Um filme com o Bradley Cooper é sempre melhor que um filme sem o Bradley Cooper. É científico.)

Ryan, que Ryan?

Pi, 28.09.13

- Sim, vamos ao cinema, o Ryan está às vinte para as seis.

- Boa, até logo então. 

 

Topo cinema de praticamente todo o género por isso "o Ryan" mesmo não me dizendo logo de quem falávamos, soou-me bem. Mas claro, fiquei a pensar em que Ryan. "Mas eu não estou a ver Ryans assim de repente..." (agora são só mil, mais só os Seth). Estive quase a fazer uma intensiva (not really) busca para saber qual, quando... O Gosling, tinha de ser o Gosling! Penso sempre no menos óbvio, sempre. 

 

É isto, hoje vejo The Place Beyond the Pines (Como um Trovão, por cá) com não só Ryan Gosling como Bradley Cooper. Não se pode pedir muito mais. Melhor só ver o filme de Xuz novas talvez. Levo as antigas e já está bom. 

Falando em Bradley Cooper, não há vez que o veja que não pense que podia fazer de irmão do Ralph Fiennes, mais que o próprio Joseph. São estas coisas que me ocupam a mente, sim. O blog é meu e se eu não puder cá deixar as cascatas de ideias que se me atropelam na cabeça, não sei. 

Hum? Ah sim, sim, a Eva Mendes 'ma granda estampa, linda, linda de morrer, também entra, pois. Não, não foi neste que se conheceram. Who cares? Maravilhosa, juro. Bof.