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Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Carta a Matthew McConaughey

Pi, 03.03.14

 

 

Se a Fátima Pinheiro escolheu escrever ao Miguel Relvas, eu escolho escrever ao Matthew McConaughey. São gostos, e eu já escrevo o nome dele sem me enganar nem googlar há muito tempo.  

 

Matthew,

 

não te vou falar em óscares, em sida, em discursos ou Hollywood.

Vou pedir, implorar: recupera, filho, recupera o teu peso normal e fabuloso. Espero por isso há dois anos e nunca mais é dia.

Recupera a forma o actor que me fez voltar a amar o Texas. 

Time to Kill. Performance, forma e tom de pele, camisa branca espectacular.

Comédias romanticas em geral e mesmo Sahara: contraste cabelo/bronze, o eterno playboy brilhante.

 

Sem mais riscados confesso já aqui que vi o Magic Mike por tua causa. Assumo tudo. Magic Mike és só tu e mais ninguém. Juro que não me lembro de mais nada. Prometo muito. Estavas tão em forma.

Vi o Paperboy - o Paperboy, lê-me bem com atenção - e antes de morrer de medo procurei defender-te e adorar-te mais um bocadinho. 

E agora, agora toda a gente acha que és o magrinho do filminho da sidinha. E és, e és. Mas já chega. Pior, leio que eras o actor tralala e passaste a ser levado a sério por perder peso e fazer o Buyers Club. Bof, deixá-los, sabem lá o que dizem.

 

Faz assim: recuperas, apanhas sol, cabelo mais loiro, pele mais rancho-e-cavalo-a-galope e voltas.

Só nunca percas o teu alright alright alright, fico assim ❤_❤ 

 

 

Era só isto. 

Sempre tua, 

Pi