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Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Já tinha ouvido falar mas nunca me tinha tocado ver tão de perto II

Pi, 11.11.15

Um dia destes, em pleno estabelecimento de restauração e paezinhos quentes, um casal nos seus vinte e poucos - é irrelevante a idade, só serve mesmo para quem lê visualizar -... Como vos dizer isto? Não há outra forma: parecia que se cantavam! Na verdade, e não melhora aviso já, procuravam e espremiam borbulhame e pontos negros um ao outro.

Nojo. Nojo. Nojo. Não lhes tirei uma foto para humilhação em praça pública por nojo e decoro. Nojo. Nojo. Nojo. Fugi a correr e nunca mais parei.

Já tinha ouvido falar mas nunca me tinha tocado ver tão de perto

Pi, 09.11.15

Pessoas que tomam o pequeno-almoço no comboio. Já tinha ouvido falar, já tinha avistado vagamente, mas há dias calhou-me uma no lugar ao lado.

O número consiste na exibição de tigela ou caixa de plástico, corn flakes no caso, mas podem ser postos cereais prensados, e leite, achocolatado ali, do pacote para a dita caixa. Comer entre estações e apeadeiros.

Não teve tempo para comer em casa, é isso? Está entre destinos e sem tempo? Enjoa se não comer sobre carris? É uma superstição? Não sei, parece-me uma trabalheira, mas claro que tirando o cheiro enjoativissimo, a minha liberdade acaba onde começa a colher em inox da minha companheira de viagem. Felizmente tudo isto foi efémero.