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Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

Da vida de Pi

Da vida de Pi... nilla. Uma espécie de director's cut, vá. Vivo de ler e escrever. De ler escritas, de escrever leituras, de debater termos e criar frases. Aqui escrevo da vidinha. Vidinha de Pi, é isso.

The Bling Ring

Pi, 18.08.13

 

 

Eu não tenho uma relação amor-ódio com a Sofia Coppola. Se tiver é uma relação amor-amor. 

Dos filmes que vi dela não há um de que não tenha gostado, mas são mais que isso. Ficam-me, entranham-se-me lenta e subtilmente e no dia a seguir ainda penso no que uma ou outra cena significam. Sem pretensiosismos, são coisas simples, do dia a dia. 

 

The Bling Ring conta como um grupo de adolescentes invadiu e assaltou tranquila e quase puerilmente casas de celebridades. Admito - ainda não fui ver - que os originais não tenham um ar tão cândido quanto o elenco escolhido e que quase me faz aceitar o que fizeram, pelo deslumbramento e facilidade inerentes ao "processo".

Os ambientes, a montra de louboutins, joias e carteiras, tudo muito Sofia Coppola. Os comportamentos, o alcool, as drogas, o underground de Calabasas e as miudas a conduzir. Acidentes. As miudas a conduzir. A repetição do comportamento sem pensar em consequências, a adolescência descomplicada e quase me sai um "aaaw, os miudos também merecem..." Muito bling. Muito. 

 

The Bling Ring. Gosto muito gosto.